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quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Sem perspectiva de combate, automedicação e procura por repelentes dispara em farmácias de Toritama



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Em meio a um surto de virose que assola toda região Agreste e boa parte do Estado, a população de Toritama sofre com a ausência de planos e ações para o combate do mosquito transmissor. Nesse contexto, a procura pela automedicação e o consumo avassalador de repelentes tornou-se uma atividade rotineira na vida das pessoas.

No mês de novembro, produtos como repelentes e similares sumiram das prateleiras. Estimasse que a procura pelo produto sofreu um aumento de 80%, acabando com estoques e forçando as farmácias a reservarem uma área especifica para facilitar a exposição e venda ao consumidor.

Um levantamento feito pelo nosso correspondente na cidade de Toritama, aponta para uma lista de três medicamentos mais vendidos e procurados atualmente. Os itens são facilmente encontrados, sem obrigatoriedade de receita médica. As farmácias encontram-se sempre lotadas, especialmente nos finais de semana onde apenas duas delas abrem as portas até às 22h.

Em outra farmácia, destaque para uma mesa montada para venda de analgésicos e repelentes.
Em outra farmácia, destaque para uma mesa montada para venda de analgésicos e repelentes.

Como não há uma medicação especifica para cura da doença, os analgésicos e antitérmicos tornaram-se itens indispensáveis nos lares toritamenses, com tudo, a automedicação pode causar danos á saúde e o que serviria de alívio, pode acarretar em um sofrimento ainda maior.

O paracetamol aparece em primeiro lugar na procura pela automedicação, seguido pelo Dipirona e o repelente que age na prevenção para que não aja a picada do mosquito.

Braços cruzados


A população parece ter perdido as esperanças ao tomarem conhecimento de que o exército não virá para o município realizar a campanha de combate ao mosquito. Foi nítida a revolta nos meios de comunicação e redes sociais nos últimos dias. A cidade continua sem qualquer movimentação, informação ou atitude. O Prefeito Odon Ferreira (PSB) e a Secretária de Saúde, Edivânia Tavares, ainda não se manifestaram sobre o caso.

Oficialmente o Hospital Municipal Nossa Senhora de Fátima não confirmou, mas há rumores de que existem pelo menos cinco casos de microcefalia em bebes nascidos na unidade. Segundo assessoria do deputado Diogo Moraes (PSB), foi dito que após o mutirão de combate e limpeza do Rio Capibaribe que estar sendo realizado em Santa Cruz do Capibaribe, o mesmo enviará a equipe para Toritama.

Com fotos e informações de Evandro Balla, 

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